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Construção civil espera gerar mais de 200 mil empregos este ano

Ter, 24 de Janeiro de 2017 10:10

A expectativa de que os juros básicos cheguem a menos de 10% ao ano até o fim de 2017 animou a construção civil. Os lançamentos na planta devem voltar no segundo semestre, de acordo com incorporadoras, juntamente com os mais de 200 mil empregos perdidos em 2016. A recuperação esbarra nos estoques de imóveis prontos ou em construção. Segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), há 117,7 mil imóveis à espera de comprador, o suficiente para atender à demanda por um ano e quatro meses. O estoque aceitável é de um ano. Esse é o patamar médio do setor. A partir dos números de nove incorporadoras com ações em Bolsa, o banco JP Morgan calcula que os estoques somam 24 meses hoje, totalizando R$ 23,4 bilhões em valor de mercado dos imóveis. Os problemas se concentram nos ramos de média e alta renda — nos quais os estoques estão entre 35 e 40 meses, contra 15 meses há dois anos. No caso das companhias que atuam na baixa renda (essencialmente MRV e Direcional), eles são de 13 meses.

 

"Estamos com um estoque para um ano e meio a dois anos, o maior nível dos últimos cinco anos. No primeiro semestre, não vai haver lançamentos, é muito pouco provável, mas as vendas devem começar a reagir. No fim de 2016, já pararam de cair", afirmou Fernando Miziara, diretor financeiro e de relações com investidores da Construtora Rossi.

 

Outro efeito da queda dos juros — que passou de 13,75% ao ano para 13%, na decisão da última quarta-feira do Comitê de Politica Monetária (Copom) — é a mudança de rota na direção dos investimentos. Com os títulos públicos rendendo menos, os investidores podem voltar os olhos à construção.

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