Ponto de Vista

2017 para lembrar, 2018 para renovar

Sá, 10 de Março de 2018 13:43

*por Gelson Santana

 

Para muitos, o ano que passou tem que ser apagado da memória dos brasileiros. Desemprego na casa dos 14 milhões, a aprovação da reforma trabalhista, o aumento dos combustíveis, a violência, os salários atrasados nos Estados do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro – além da cidade de Porto Alegre –, a confusão política instaurada pelos que estão em Brasília e tantos outros espalhados pelas assembleias legislativas e câmaras municipais do País.

 

Pois essa é a questão, 2017 não pode ser esquecido, mas deve ser lembrado. Temos que refletir tudo o que passou. Para entendermos o que deve ser mudado. E eis que em 2018 aparecerá uma grande oportunidade para os brasileiros: a eleição para deputado estadual, federal, Senado, governadores e o presidente da República. Dos mais pobres até as classes mais abastadas o direito é o mesmo: o direito de escolher o representante dos brasileiros nessas esferas.

 

Há que se reconhecer que erramos. Erramos na nossa apatia. Erramos ao não reivindicarmos nossos direitos. Direito à saúde, à educação, à segurança e a um trabalho digno, onde não seremos explorados. Algumas parcelas lutaram. Tomo a liberdade em citar o STICC (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de Porto Alegre). Uma entidade que tem seu eixo focado no social, no trabalho, na ética e na transparência.

 

Seja com ações sociais, seja realizando mais de 8 mil fiscalizações nos canteiros de obra em 12 meses. Para ver o dia a dia do trabalhador da construção civil, sem receber o FGTS, sem receber salários e em locais insalubres. Seja também qualificando o profissional da categoria, além dos filhos e filhas na Escola de Beleza da entidade e no Jovem Aprendiz. Em 2017, o STICC atendeu mais de 30 mil trabalhadores e seus familiares em saúde, serviços advocatícios, entre outros.

 

É permitido dizer que se cada administração pública fosse um pequeno STICC muita coisa se resolveria. Porém, por questões burocráticas, isso ainda não é possível. Falta a política inovadora. Os políticos que inovem e que queiram mudar o destino do País. 2017 deve ser lembrado, mas o 2018 é de renovação.

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