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Trabalhadores da Jomarchi recebem pagamento de salário atrasado

Qua, 21 de Maio de 2014 16:33

Quatro trabalhadores que prestavam serviços para a empresa Jomarchi Construções Ltda receberam, na manhã desta quarta-feira, o pagamento de salários atrasados. Graças à intervenção do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil (STICC), os funcionários saíram com o seu dinheiro na mão.
Fagner Escobar, Mario Sagaz, Anderson Godói e Gilmar Moura estavam prestando serviços na obra localizada no prédio da Odontologia da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS) há dois meses, sem registro em carteira. Com a piora na situação, os profissionais decidiram recorrer ao sindicato: “Eles já se aproveitaram de uma situação irregular para não pagar a gente nesse tempo. Com isso houve um consenso entre nós de procurar o sindicato. Como eu já sou sócio, sabia como o sindicato funcionava nestas situações de leis. A gente não queria chegar a esse ponto, mas já estava demais”, explicou Mário Sagaz, que trabalhava na obra como ferreiro.
A partir de então, a equipe do STICC assumiu a mediação das negociações. As entidades responsáveis pela obra (Jomarchi, PUCRS e Andorra) foram notificadas para comparecer ao sindicato e alinhavar uma solução para o caso. “Os contatos começaram desde o dia dois de maio, com representantes das empresas, para ser feita a quitação deste período trabalhado. A partir das reuniões, foi feito um acordo, que está sendo pago hoje, para pagar o período relativo a 30 dias de trabalho”, explicou o fiscal, Jorge Borges Freitas.
Já com o dinheiro garantido, os trabalhadores refletiram sobre a dificuldade de todo esse tempo e tomaram lições importantes que pretendem levar adiante na carreira. “Fico feliz e aliviado que este episódio já está terminado e também com o empenho do sindicato em nos ajudar. A situação já estava precária. Pra gente que é trabalhador e pobre, o único auxílio que tem é esse mesmo. Espero que quem souber desta história não cometa o mesmo erro que nós e não entre em um obra sem documentação porque a coisa é difícil”, aconselhou o pedreiro Fagner Escobar.
O conselho, infelizmente aprendido na prática, é sábio e oportuno. A informalidade é uma condição que o trabalhador da condição civil deve evitar, pois empresários irresponsáveis se aproveitam do fato para sonegar os direitos básicos do profissional. O STICC empenhará todas as suas forças para evitar que esta prática continue se reproduzindo na área da construção civil.

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