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Auditores da Superintendência do Trabalho embargam obra após denúncia do STICC

Seg, 16 de Junho de 2014 10:16

Os auditores da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) embargaram, nesta sexta-feira (13/06), uma obra da empresa MFHP, que construía uma instituição de ensino infantil para a prefeitura da capital. A ação se deu após apreciação da denúncia encaminhada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil (STICC).
O canteiro de obras, localizado no bairro Restinga, apresentava diversas irregularidades que colocavam em risco a segurança e a vida dos trabalhadores. De acordo com o fiscal do STICC, Herbert Flores, foram averiguados problemas na fiação e nos equipamentos de proteção coletivos e individuais. Além do mais, a obra não possui projeto de instalação, o ponto não estava funcionando e havia a suspeita de menores de idade trabalhando no local.
“Os auditores falaram que tudo que o sindicato havia escrito na denúncia enviada à SRTE era verídico e que por isso o embargo era justificado. A decisão não deixa de ratificar o trabalho que a gente faz todos os dias e isso é positivo”, destacou Flores.
A empresa MFHP é conhecida por apresentar problemas na construção de obras públicas. Infelizmente, precariedades como as do bairro Restinga são bastante comuns. Por esta razão e para evitar que estes incidentes se repitam, é que se faz necessário é a implementação do programa Obra Pública Legal (OPL), criado pelo STICC e que até hoje está parado na prefeitura municipal.
“Iniciativas como esta foram sugeridas por nós para ajudar. Temos a confiança de que poderíamos estar vivenciando outro cenário, caso o programa já tivesse sido implementado. Mas, enquanto isso não acontece, seguiremos trabalhando. Esta entidade tem o compromisso com os trabalhadores e não vai se afastar nenhum minuto deste compromisso. Um exemplo disso é esse caso. Depois de tantas denúncias e tantas reclamações, acontece a interdição de uma obra de obras da MFHP. Muitos canteiros desta empresa deviam ser completamente interditados, porque ela não respeita o seu trabalhador. Parabéns à SRTE por entender que a obra deveria ser interditada. O STICC seguirá denunciando os abusos” defendeu o secretário – geral do sindicato, Gelson Santana.

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