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STICC propõe campanha permanente à ICM em conferência da OIT

Seg, 16 de Junho de 2014 16:21

Gelson Santana, secretário-geral do STICC, lança proposta de valorização permanente do trabalhador da construção civil ao participar da 103° Conferência Internacional do Trabalho da OIT, em Genebra, no começo do mês de junho. A proposta foi elaborada após ser encerrada a Campanha Pelo Trabalho Antes e Depois da Copa de 2014, organizada pela Internacional dos Trabalhadores da Construção e da Madeira (ICM), no Brasil. “Fizemos essa proposição na mesa diretamente ao secretário-geral da ICM, AmbetYuson. Sugerimos que fosse realizada uma grande campanha de saúde e segurança do trabalhador, calcada em cima dos seminários que temos feito e das ações da nossa entidade em prol do trabalhador. Não podemos continuar vendo atitudes como as que ocorreram no Catar, na Ucrânia e em tantos outros países onde há um total desrespeito com a vida, e não tomarmos uma atitude”, enfatiza Santana.
Atualmente, a construção civil é o segundo setor onde existem mais mortes em decorrência do serviço prestado. Preocupado, o secretário busca alternativas para reverter essa essas estatísticas. “Fizemos uma pesquisa há dois anos, que nos revelou um dado muito importante: 48% dos trabalhadores se preocupa mais com a sua segurança do que com o próprio salário. Isso nos chamou a atenção”, explica.
Representando o STICC, Santana participou da 103° Conferência Internacional do Trabalho da OIT, onde foram discutidos diversos assuntos ligados às oportunidades e desafios que enfrentarão empregadores, sindicatos, governos e organizações internacionais durante a busca por mais e melhores empregos no mundo. O secretário participou de reuniões e debates, recebendo destaque pelo trabalho que a entidade vem realizando em favor da sua categoria.
Também durante a conferência, Gelson Santana foi convidado para ser o porta-voz da comitiva brasileira em uma manifestação organizada pela ICM, em frente à sede da Organização das Nações Unidas (ONU). O ato reivindicava melhores condições de trabalho na organização da Copa do Mundo da FIFA e repudiava, especialmente, as ações que resultaram na morte de quase mil operários no Catar (sede do evento em 2022). Vestido de camiseta amarela e capacete, o secretário-geral do STICC falou sobre a preocupação com a valorização das pessoas e o trabalho decente, defendendo o combate à precarização.

 

Texto: Andrea Pinto

 

 

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