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NOTA OFICIAL - STICC QUESTIONA AÇÃO DA BRIGADA MILITAR EM OBRA DA CAPITAL

Ter, 09 de Dezembro de 2014 15:41


O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de Porto Alegre (STICC) vem a público manifestar seu descontentamento e repúdio aos atos da Brigada Militar ocorridos ontem (08.12) e hoje (09.12) na abertura dos portões da obra da Nacional Engenharia, localizada na Rua Juncal, 50, próxima a Avenida Nilo Peçanha nesta capital, que já havia sido embargada em outra oportunidade pela SRTE/RS.

Após ter sido paralisada com o apoio do STICC, em função de repetidos atrasos nos pagamentos de salários e pelo não-pagamento da primeira parcela do 13º salário, a obra teve seus portões abertos de forma arbitrária por parte da Brigada Militar, extrapolando sua competência legal, invalidando uma ação sindical legítima e frustrando mais de 100 trabalhadores que exerciam suas funções no local e solicitaram apoio ao sindicato na tentativa de receber sua justa remuneração.

Na segunda-feira (08.12) a ação da Brigada Militar na obra da Nacional Engenharia, cerceando o direito à reivindicação e o direito à remuneração pelo trabalho não foi a mesma adotada algumas horas antes durante a Manifestação por Moradia que paralisou a cidade, causando um verdadeiro caos no trânsito da capital, sem que nenhum participante do movimento fosse retirado e muito menos advertido. Tal medida prejudicou milhares de pessoas que não tiveram acesso ao trabalho, restando evidente a omissão da BM em garantir o Direito Constitucional de Ir e Vir, causando transtornos de todas as ordens à parcela considerável da população.

Por que somente os trabalhadores da construção civil foram alvo de atuação proativa da Brigada Militar e ainda de forma equivocada?

No entendimento do STICC, a atual situação é grave e reflete a desarticulação das várias esferas de governo, especialmente na área da Segurança Pública e do comando despreparado de instituição tão conceituada entre os gaúchos.

Necessitamos com urgência do desenvolvimento e implementação de uma política justa e igualitária que garanta os mesmo direitos e proteção social aos trabalhadores e cidadãos comuns. Sem favorecer ou prejudicar quem quer que seja. De acordo com a Lei.

SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDUSTRIAS
DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE PORTO ALEGRE – STICC

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