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4º Seminário de Valorização do Trabalho e Vida reúne mais de 500 pessoas na capital

Qua, 29 de Abril de 2015 13:40

No Dia Mundial da Segurança e da Saúde no Trabalho (28), o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção civil de Porto Alegre (STICC) reuniu na sede da AMRIGS mais de 500 pessoas para participar do 4º Seminário de Valorização do Trabalho e Vida. Nesta edição, importantes personalidades e entidades ligadas ao setor debateram o tema “Migrantes, Segurança e Condições de Trabalho”.

Durante a abertura, o presidente do STICC, Valter Souza, destacou a importância da realização de mais um seminário para a história do sindicato. “Lutamos muito para valorizar os nossos trabalhadores e, e no Dia Mundial da Segurança e da Saúde no Trabalho devemos destacar a para o nosso público esses temas além de lutar sempre pelos seus direitos”, revelou. Do mesmo modo, o secretário-geral do STICC, Gelson Santana, reforçou o sentimento do sindicato, ao afirmar que “a razão deste seminário são as pessoas. Elas são a principal preocupação da nossa entidade”.

A primeira palestra da manhã foi com o prefeito em exercício de Porto Alegre, Sebastião Melo, que apresentou ao público os “Desafios do Projeto Lei da Obra Pública Legal”. Para Melo um evento deste porte é uma grande oportunidade para a cidade discutir sobre segurança no trabalho e migração.

Em seguida, o presidente da Celulose Riograndense, Walter Lídio, apresentou o Case Segurança no Trabalho na expansão da Celulose Riograndense. De acordo com Walter Lídio, a parceria entre a empresa e o sindicato (antes mesmo da obra de ampliação começar) foi vista como loucura. “Ter o sindicato ao nosso lado, dentro da Celulose, foi uma excelente idéia. As negociações e mediações entre os trabalhadores e a empresa mostraram ser uma relação ganha-ganha”, revelou.

Para o embaixador do Haiti no Brasil, Madsen Cherubin, a questão da migração dos haitianos é um problema que ultrapassa as fronteiras brasileiras. Cherubin citou que, em 2004, em média, eram emitidos 20 passaportes por ano e agora, cinco anos após o terremoto, esse número aumentou para mais de 100 pedidos. “Precisamos reverter a onda migratória. Atualmente, o país está em processo de reconstrução e este é um momento favorável para investidores estrangeiros”, expôs.

Por fim, o sindicalista russo, Abdelgani Shamenov apresentou ao público presente as particularidades da legislação trabalhista no seu país. Um dos maiores destaques do seus discurso foi a afirmação de que, a partir de 2016 a terceirização será proibida da Rússia. “A mudança na nossa legislação aconteceu a partir da pressão dos sindicatos na Assembleia Legislativa”, contou Shamenov.

O seminário foi uma iniciativa do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de Porto Alegre, em parceria com a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e teve o apoio de outras importantes entidades como SINDUSCON-RS, Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul, SINDITEST-RS, Fundacentro, Ministério do Trabalho e Emprego e Governo Federal.

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