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Sindicalistas de vários países estão em Porto Alegre para debater inovação e política mundial

Qui, 01 de Setembro de 2016 14:10

O STICC (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de Porto Alegre) recebe hoje e amanhã o evento internacional Workshop de Sindicalismo Inovador 2016, na sede da entidade, na rua Olavo Bilac, 15, na capital gaúcha. O encontro conta com a presença de mais de 30 líderes sindicais de todo o mundo, entre eles Panamá, Costa Rica, Venezuela, Colômbia, Chile, Uruguai, Argentina e Suriname. Essa é a primeira vez que esse grupo seleto se encontrará em solo gaúcho. A reunião ocorre tradicionalmente fora do País.

 

Durante seu discurso de abertura, o presidente do STICC, Gelson Santana, salientou a importância de uma união global entre as entidades, respeitando as diferenças de cada região. “O STICC é referência em cuidados com o trabalhador”, afirmou. Gelson ressaltou que “este evento poderia ocorrer em qualquer parte do mundo, mas será aqui em Porto Alegre que acontecerá. Isso é um reconhecimento”. “Há a necessidade de se melhorar a condição de vida do trabalhador. Não é pelo salário que os sindicatos e que as entidades atuam. Nós lutamos pela qualidade de vida do trabalhador.”

 

O secretário estadual do Trabalho de Desenvolvimento Social, Catarina Paladini, afirmou que a inovação nos sindicatos é uma providencial discussão para o País e o mundo. “É preciso construir saídas tanto para a crise estadual quanto a federal”, disse. “É uma honra receber esse workshop no Rio Grande do Sul.” Já o chefe do Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul, Rogério Fleischmann, salientou o modelo de gestão do STICC. “O STICC é um modelo no Estado do Rio Grande do Sul. É um modelo porque traz propostas para melhorar a vida do trabalhador e, além disso, está dentro do canteiro de obras fiscalização o tratamento que é recebido pelo profissional da construção civil”, disse.

 

Para a representante da FES (Friedrich-Ebert-Stiftung) no Brasil, Katharina Hofmann, a ideia principal é que os sindicatos sejam independentes. “É necessário que os sindicatos sejam inovadores.” Já o representante regional da ICM (Internacional de Trabalhadores da Construção e da Madeira) para a América Latina e Caribe, Nilton Freitas, o encontro se propõe a pensar nos desafios que estão e serão enfrentados pelo trabalhador. “Nossa ideia é que a política da ICM seja global, que represente todos os continentes.”

 

O encontro é promovido pela ICM e pela FES. A FES é uma fundação de direito privado de caráter político-cultural, considerada de utilidade pública, fundada em 1925 para manter e promover o legado político de Friedrich Ebert, o primeiro presidente democraticamente eleito na Alemanha.

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