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Paralisação na OAS: trabalhadores cruzam os braços após empresa negar todas as reivindicações

Ter, 14 de Janeiro de 2014 10:36

Operários da OAS Empreendimentos estão em greve por não terem sequer uma de suas reivindicações atendidas pela empresa em reunião ocorrida ontem, 13/01, na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil. Desde o amanhecer, as equipes de fiscalização do STICC permanecem no canteiro, oferecendo todo o apoio ao movimento. A paralisação acontece na obra ao lado da Arena do Grêmio, no bairro Humaitá.

Parados em frente aos portões, os grevistas impediram qualquer funcionário de entrar. - Nem engenheiro, nem peão, aqui ninguém entra, não - gritavam.

Liderados por uma comissão representativa, os mais de 60 trabalhadores optaram por não voltar às suas atividades enquanto a construtora não propuser uma nova negociação. - Se não for assim, não vão melhorar nada para nós. Eles rejeitaram todas as nossas reivindicações. Não recebemos nenhuma proposta. Vamos trancar os portões e nem os terceirizados vão entrar - afirma o operador de martelete, Décio Silva de Abreu, membro da comissão.

Cumprindo seu papel, o STICC luta pela valorização da categoria e apoia o movimento grevista. - É chegado o momento em que as empresas devem perceber que o seu maior patrimônio são os trabalhadores. Todos eles estão focados no seu objetivo que é o reconhecimento do seu trabalho, do seu esforço e nós do sindicato temos o dever de buscar o direito e a dignidade da nossa categoria – defende o Secretário-Geral do STICC, Gelson Santana.


Texto: Andrea Pinto

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