Ponto de Vista

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A Solidariedade nasce no coração das pessoas

Seg, 12 de Maio de 2014 10:29

O sofrimento alheio incomoda naturalmente o solidário. Ele nasce assim.
A marquise dos sem teto, a calçada dos abandonados, os ônibus apinhados de gente no ir e vir ao trabalho, o mal, a fome, a miséria, a criminalidade, as dificuldades alheias, enfim, todo o sofrimento do próximo lhe faz tão mal que chega a esquecer-se de si mesmo.
São poucos assim!
Solidariedade não é uma sigla. Mostra-se diferente na Polônia, na Inglaterra, nos EUA, na Argentina. É um sentimento.
Solidário é o Pastor Araudo Ulguin, da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, criador da Sociedade Emanuel, que desafiou sua igreja por AMAR O PRÓXIMO e abrigar mendigos na sua instituição. O Luiz Braz que enquanto vereador, através do Prêmio Solidariedade, reconheceu todos os SOLIDÁRIOS desta cidade e depois não foi reeleito. Os dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil que a cada dois meses andam de pires na mão pedindo pelos excepcionais do Lar Santo Antonio, a quem adotaram. Estes são exemplos de solidariedade.
São SOLIDÁRIOS e a todos que dedicam-se a se doar ao outro todos os dias, abençoados sejam!
O que maltrata é a falta de solidariedade, o achar que cabe tudo no caixão mortuário. Pobres espíritos.
A gente vê todos os dias diabolicamente exacerbar a maldade, como se ser bom fosse fora de moda. O bonito é ser ruim. Não falamos em gesto nobre, não ocupamos manchetes com gestos bons, por quê? Existe uma máxima no jornalismo: é obrigação do cidadão ser BOM e cumpridor de valores. Mas, infelizmente isso mudou, agora é a tragédia e o bandido que ganham espaço na mídia.
Precisamos transmutar isso. Temos que retomar essa ideia de exaltar os valores positivos, incentivá-los. Aquele que pratica bons atos é que merece manchete, destaque, jamais o bandido. Talvez esse assunto seja chato demais. Até para isso temos que estar preparados: escolher sobre o que vamos escrever, caso contrário chegamos ao fim de tão chatos que nos tornamos.
Corremos o risco da insensibilidade, do materialismo, do TER.
Isso eu não quero para mim. Já passei dos 65 anos e TER, para mim, tem outro significado...
Os dias são mais lentos, os gestos são mais largos, observo mais, são outros os sabores da vida, os sons tem outra melodia. Mas você, jovem, pode ser mais devagar, farejar a vida, ouvir a natureza, sorrir mais.
Felizmente O BEM existe e tem muita gente praticando-o. Pode até ser que o noticiário registre-o como uma raridade, mas não é assim no dia a dia. Somos maioria. Apenas parece que não somos mas não é verdade. Não valorizam nossas ações, mas nós estamos aí e vamos vencer.
Nessas horas lembro de um colega que dizia: por mais que tentem, não vão convencer-me: a HUMANIDADE É PROFUNDAMENTE BOA.

Seja mais Solidário!

Um abraço a todos!

João Garcia

TV STICC

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